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Mostrando postagens de Junho, 2014
Por mim, não será dado fim ao dia, os lilases
não se incorporarão à intriga da noite.
Por mim, as paisagens desejadas 
brilharão em montanhas de ventilados verdes,
em nuvens de todos os Himalaias.

Alguns não se importam com a condução 
de retornar às ruínas de Bizâncio,
reconstruí-la com os próprios punhos.
Não escravizar os homens das aldeias
felizes debaixo das pompas de floridas faias.

Por mim, não será dada a ordem
à tropa de cercar os açoites dos vândalos.
Sejam arrancados os retrovisores,
e falhe o corujão de levar o último trabalhador.
Os homens caem. Os homens se levantam.

Por mim, pode ser oficializado o capuz.
Não induzi à fome, escapei do pau-de-arara.
Não velejei na nau que trouxe a carga
de homens recolhidos nas aldeias.
Recortei a minha telha de cara limpa.

Por mim, não caia a hera do palácio,
do muro de retornar ao campo.
Tive a face às claras no exílio de um quarto
tomado de triponossomas e pus.
Não posiciono na esquina o aparelho.

Logo as palavras em todas as redes.
Quantas vezes destruída Biz…
Em honra do que se perfilou
na primeira batalha, na audiência
que assistiu o último sermão,
mover-se para a Bizâncio
milenar, tantas vezes reconstruída
e renomeada. Por Constantino
das dominações perpétuas,
em cada cálice elevado nas assembleias,
turcos possantes para encher
o horizonte com altas abóbadas
distendem a tua fama pelos
territórios mutáveis dos séculos.
Subir as tuas vielas de puro manto
com ossos de ouro dos videntes.
Perpétuo orgulho do esplendor.
Na fortaleza, renovar a proteção
dos próximos acordos, isentos
de discórdia, de invasões, de guerreiros
envolvidos em areia de tormento.
Estocar a madeira de estender
a ponte, de vencer a truculência
do abismo e do gelo, desfile
das hordas das armadas.
Mover-se para calcificação
da vitória e da permanência da sombra,
em cada hora mudar o gesto,
alcançar outra aparência, de cicatrizes
que lembrarão novos gestos na paisagem.
Deixar um território sem destroços
em que outros circularão heróicos,
orgulho para a ordem da pele e da vo…
Atrasei no carregamento do dia
apenas para conhecer o taipeiro
Veio dos extremos da intimidade
das florações/do dourar fiel dos cachos
Veio de amparar a água nas taipas
de reconhecer a distância suficiente
para que as sementes não apodreçam
Veio de um pátria amparada 
sobre o ouro e a clemência
Dos arrozais da riqueza de puro branco
Quer conhecer onde pisa
onde flora/onde as dívidas
merecem resgate/Levanta-se
entre todos e oferece o assento
o taipeiro clemente com as raízes
dominador generoso das águas
Dominador da coleta dos grãos
e da memória das palavras gastas