24 de fevereiro de 2010

Novamente Tom Jones

Já li um quarto do romance Tom Jones, de Henry Fielding. Estou comovidíssimo com a sua atualidade: forma ousada de intercalação das interpretações autorais com andamentos romanescos, crítica de costumes, de postura política. Afinal, aquilo que se pratica com raridade na arte romanesca da modernidade. Clássico é para realmente nos fazer morrer de satisfação. Machado de Assis soube lê-lo como poucos. Mais uma pequena citaçãozinha do referido livro:

"É possível (...) que eu não perceba, de vez em quando, um ou outro verso, porque metade das letras sai apagada; mas sei muito bem que isso quer dizer que os nossos negócios não vão tão bem como deviam, por causa do suborno e da corrupção."

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