
Visitando a página de minha cidade,
não resisti em transcrever para cá
este quadro de Ana Maria Bronca,
pois despertrou em mim uma enorme saudade
dos girassóis que cresciam nos quintais
de minha infância.
A poesia é meu território, e a cada dia planto e colho grãos em seus campos. Com a poesia, eu fundo e confundo a realidade. (Linoliogravura do fundo: Beto Nascimento)
A poesia não deixa de ser uma fidelidade ao que amamos. Continuo fiel à poesia em A NOITE ESCURA DOS CRISTAIS PERDIDOS, que nasce acolhido...
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Salomão Sousa sente-se honrado com a visita e o comentário