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Mostrando postagens de Novembro, 2013

Território

Se a oeste, no amparo das rijas instalações. Se na jusante do rio que deu a peste e limpou a pústula. Se há o homem livre com seu potro, seu tratado legítimo com o selo. Se a demência bem que me viu.
Encontrarei instalado o empório
em que nada se fixa ou se foca
e também com todas as ordenações a sapataria e as lentes de convergir. A água só para vir o dilúvio e o sábio que a tempo me corrigiu.
Peremptórios, disponíveis, os salões com os dançarinos. As cortesias, a leveza das cortiças, as  câmaras onde se possa perverter. Os muares só para ter arca e passada a hecatombe é para partir.
Para calcinar a dormência em que extertora o impasse dos passos, incorporam-se nas novas treliças  a pressa dos habitantes recortados. O sopro de homens galantes nas cornetas e pássaros para anunciar o que é pra vir.
Escolho  o próximo território se não sou o último sobrevivente. Aguarda-me o fervor do sódio das ereções, do sangue quase derramado bem depois da passagem de Guadalquivir. Palmas já fertilizam horizontais.