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Mostrando postagens de Junho, 2007

Poesia goiana

Estou auxiliando o Antonio Miranda a ampliar a participação da poesia goiana em sua página — que é uma das mais representativas da poesia ibero-americana no ambiente virtual. (www.antoniomiranda.com.br). Aqueles poetas goianos que puderem auxiliar, remeter currículo e poesias para o meu e-mail, e também uma fotografia.
Preparei hoje os verbetes de Tagore Biram (é de Valdivino Braz as referências bibliográficas do Tagore), e da amiga Yêda Schimaltz. Veja o verbete que preparei sobre a Yêda:

Tenho as tuas cartas e bilhetes floridos e perfumados. Desenhados com a percuciência de sua sensibilidade. E, na parede, o meu rosto entre lírios construído com o teu olhar de pintora cibernética. Na orelha de Rayon (1997) — um de seus últimos livros —, declaras: “Eu não sou poeta não, este lirismo todo é só reclamação. Goiana sou: é só observar o não repetido na frase anterior. E também essa quantidade de livros: não creia que sou uma escritora — isso tudo é só teimosia, vontade de contrariar, de de…
Está acertado. Dia 30, em Silvânia, o lançamento do meu livro Safra Quebrada. O evento está sendo organizado pelo PALAS — entidade que agrega a boa juventude da cidade. Cada cidade brasileira devia ter um Edmar Cotrim!!!
Hoje, numa navegada pela intrenet, descobri um poema que Júlio Polidoro, bom poeta de Juiz de Fora (MG), dedicou a mim. O poema integra uma série de poemas dedicados a várias escritores brasileiros (Glauco Mattosos, Domingos Pellegrino, e.....). Obrigado, Júlio Polidoro.

COLETA

A Salomão Sousa

Assina a ruga
essa rude instalação:
no corpo alquebrado
o rosto precário
e a rua
repleta de buracos.

E avenidas cortam,
novas, ao rincão
da pele, antes plana,
uma sucessão de quebra-molas.

Mil atalhos surgem
desde os cílios
e ladeiras íngremes
entornam
um rio de lágrimas
dos olhos.

Eis o tempo
e urge no meu rosto
a vital parcela do imposto
que esse mesmo tempo
agora cobra
Voltei a convidar amigos para uma sessão de cinema em minha casa.
Estiveram presentes, por ordem de chegada, João Carlos Raveira, Fábio Coutinho, Donaldo Mello, Robson Corrêa de Araújo e sua esposa Bizé (velocista vitoriosa neste domingo e noutras manhãs) e Ronaldo Costa Fernandes. E os que não chegaram: Antonio Miranda, Herondes Cézar (que estava em Belo Horizonte) e Ronaldo Cagiano (que estava em Paris depois de fazer palestra em Teerã).
Vimos "O intendente Sansho", do japonês Mizoguchi. Trata-se de cineasta que fez uns 100 filmes entre 1920 e 1956 (muitos deles perdidos). Só os dois últimos são coloridos. Foi forçado a fazer fimes publicitários para o governo (nazista, do Eixo?) na época da segunda guerra mundial. Daí, talvez, o acentuado tom social (principalmente reflexões sobre as condições da mulher — e também em razão de uma sua irmã ter sido vendida) dos filmes que vieram após a Segunda Guerra Mundial.
"O Intendente Sansho" trata disso. O Governo Lula devia b…