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Mostrando postagens de Maio, 2014

Nilto Maciel

Recebi hoje o último livro organizado pelo amigo Nilton Maciel e, com ele, a mensagem que ele me mandou encartada no livro. Nilton Maciel faleceu na semana passada. Questiona se teria me citado no livro, que é composto de artigos, alguns sobre outros amigos comuns nossos, dois já falecidos: Sérgio Campos e Uílcon Pereira. Me citou no livro sim, umas oito vezes. E só não incluiu a última resenha sobre minha produção poética porque o livro foi organizado antes de ela ter sido publicada em seu blog e no Jornal da ANE. NIlto, emoldurarei o seu último bilhete dirigido a mim. Aguarda-me nesse paraíso das palavras em que estás. Reserva-me um lugar ao lado de Dante e Beatriz. Claro, e você e Godoy juntos para não deixarmos morrer a gaiatice deste mundo!

Getúlio (filme)

Consegui ir ao cinema assistir "Getúlio", com Toni Ramos e grande elenco. Demonstra que o cinema brasileiro pode alavancar. Bom figurino, boa direção e até mesmo o roteiro. O que foi proposto se encaixa e se realiza. Podia ter entrado um pouco mais na intriga política, pois deixa a impressão que Getúlio não agiu aguerridamento para reverter a situação. Não aparecem as reuniões, as conversas, mas um Getúlio excessivamente amorfo. Mas o filme vem preencher lacunas. O cinema brasileiro questiona pouco a nossa história. E quando questiona é um tanto carnavalesco, excesso de Macunaíma e de Policarpo. Deixo uma declaração importante de Getúlio: as pessoas quando procuram o Presidente nunca pedem pelo País. Não me agradou o final, com a demonstração do populismo. O populismo precisa se extirpado da futura política brasileira.