4 de junho de 2014

Atrasei no carregamento do dia
apenas para conhecer o taipeiro
Veio dos extremos da intimidade
das florações/do dourar fiel dos cachos
Veio de amparar a água nas taipas
de reconhecer a distância suficiente
para que as sementes não apodreçam
Veio de um pátria amparada 
sobre o ouro e a clemência
Dos arrozais da riqueza de puro branco
Quer conhecer onde pisa
onde flora/onde as dívidas
merecem resgate/Levanta-se
entre todos e oferece o assento
o taipeiro clemente com as raízes
dominador generoso das águas
Dominador da coleta dos grãos
e da memória das palavras gastas






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Salomão Sousa sente-se honrado com a visita e o comentário

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